terça-feira, 28 de julho de 2020

St Ives e Zennor: o que há nessa região?

Estava a reler o volume 7, A Cidade Escondida, e lembrei-me de ir procurar mais informações sobre St Ives, onde fica a escola dos gémeos e do Rick.
Procurei no Google Maps...

St Ives

Bem bonito, han?
Kilmore Cove estaria algures entre Zennor e St Ives...

St Ives, Google Maps

Se fizermos zoom...

St Ives, Google Maps

Perto de St Ives, no meio do nada, aparece aquela localização. Fui procurar imagens ao Google...

Porthkerris, Cornualha

Na primeira imagem, no canto superior esquerdo, também parece haver uma casa perto de uma falésia.
Seja como for, também é um lugar bem bonito para se visitar.

No entanto, descobri que perto de Zennor existem outros locais interessantes...

Boswednack, Zennor
Treen, Zennor


Se procurarem no Google, vão aparecer dezenas de fotografias da região, locais tão bonitos que só apetece pôr uma mochila às costas, apanhar o avião para Inglaterra e percorrer toda a costa da Cornualha. Quem sabe se não acabaria por encontrar Kilmore Cove...


sábado, 25 de julho de 2020

O volume 17 já está em pré-venda em Portugal!

Olá maltinha! Depois de muito tempo, aqui estou eu para anunciar que A Hora da Batalha está finalmente em pré-venda em Portugal!

site da Bertrand

A partir do dia 19 de agosto, já vamos poder ter nas mãos o volume 17 da coleção! Entusiasmados?

quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Livros números 17 e 18 - o fim da história foi publicado

Pois é, descobri que afinal a saga Ulysses Moore sempre foi terminada pelo autor!

Recentemente fiz um post a contar a minha opinião sobre os volumes 13, 14, 15 e 16 da coleção, e expressei as minhas dúvidas sobre a continuação da saga. Se vocês leram esse post, sabem que eu disse que desde 2015, após a publicação do volume 16, que o autor nunca mais lançou nenhum livro... pois bem, era mesmo o que eu pensava. Antes de ter escrito esse post eu fiz uma pesquisa e como não encontrei referências a mais nenhum livro, pensei que o autor realmente nunca mais tinha lançado a continuação.
Esta semana recebi um mail de uma leitora do blog que me dizia que tinham sido publicados mais dois livros da saga. Fiquei indignada e fui pesquisar.
Afinal, parece que o autor lançou mesmo mais dois livros, que seriam o fim da história de Ulysses Moore, os últimos dois livros da saga, o fim desta aventura.

O livro 17 chama-se "L'ora della battaglia", publicado em 2015 (no mesmo ano em que foi publicado o livro nº 16), cuja tradução em português é "A Hora da Batalha".


O livro 18 chama-se "La grande estate" ("O ótimo verão" em português), publicado em 2016.


Infelizmente, não existem traduções para português. Procurei no site da Fnac, da Bertrand, até no site da Editorial Presença, e não encontrei nada. Cheguei até a ver nos sites espanhóis. Ao que parece, estes dois livros só existem em italiano, não foram feitas traduções para outras línguas.
Teremos de aguardar e ver se no futuro farão traduções para português.
Por aí já alguém leu em italiano?

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Endereços falsos e um cartógrafo do século XVIII

Continuando a investigar o segundo livro... A página 115:


Alguma coisa vos chamou a atenção?
Façam zoom...


Parece ser a imagem de um envelope com a morada da Vivenda Argo.

"Ulysses Moore
Villa Argo, Kilmore Cove 74820, 1 Salton Cliff
Cornwall (UK)"

Concentremo-nos no número 74820. Supostamente é o código postal de Kilmore Cove.
Mas se procurarmos esse número do Google Maps, não aparece aquilo que esperavamos encontrar...


Pois é, a localização é do estado de Oklahoma, nos Estados Unidos da América.
Por que é que o autor foi pôr no meio do livro o endereço de uma localização do outro lado do oceano Atlântico?

Mais à frente, na página 192, encontramos outro endereço...


Mas, mais uma vez, é uma pista falsa. O endereço não existe. Não existe em parte nenhuma do mundo a morada "St. Patrick Large nº 18"!

Quanto à Balada dos Dois Namorados, apesar do autor ter anexado ao livro (página 199) uma imagem com a letra da música, eu não consegui encontrar nada sobre isso na internet...

E assim chegamos à página 251 do livro...


É uma imagem do único mapa de Kilmore Cove, que Jason e Rick procuraram na Terra de Ponto.
Em letras pequeninas, em baixo do nome de Kilmore Cove, encontra-se escrito
"de Thos Bowen, Londres, 1789"
Fui procurar na internet e não encontrei ninguém com esse nome mas encontrei um tal de Thomas Bowen, um famoso cartógrafo (pessoa que desenha mapas) que viveu em Londres e morreu em Clerkenwell (Londres) em 1790 (dois anos após ter sido feito o mapa de Kilmore Cove).
Deixo-vos aqui o link da página da wikipédia:
https://en.wikipedia.org/wiki/Thomas_Bowen_(engraver)
"Thos" podia ser a sua assinatura? A verdade é que Thos e Thomas não são muito diferentes...
O que é que vocês acham?

Para terminar, voltemos a uma das primeiras páginas do livro...


É  a imagem da letra da Balada dos Dois Namorados, mas ao fundo há algo escrito... O que é que vocês acham que é? Uma morada? Apenas mais uma pista falsa?

Uma volta pelo Egipto: a Terra de Ponto e a Casa da Vida: ficção ou realidade?

Como todos sabem, ao longo dos 16 livros da coleção há inúmeras referências a obras de literatura, línguas enigmáticas, personagens lendárias, locais verídicos...
Hoje decidi dedicar o dia a estudar Ulysses Moore na tentativa de descobrir mais algum segredo no meio das páginas e a minha atenção caiu sobre o segundo livro, Em Busca do Mapa Desaparecido.
Para começar, na primeira página do livro...


A página faz uma introdução ao primeiro capítulo do segundo volume. Até aí não parece haver nada de errado... Ou será que há?
Façam zoom na imagem...


Ali, passando quase despercebido, semi-escondida pela imagem da caneta, está escrito "Cove Cottage" e aquilo que parece ser uma data. Essa data seria 05 de março, mas o ano está totalmente escondido. Ao início pensei que fosse 2005, o ano em que foi publicado pela primeira vez o segundo volume de Ulysses Moore, mas ao observar bem, não me parece que seja.
Mas voltemos ao que está escrito.
"Cove Cottage"
No dia 06 de julho de 2016 eu fiz um post neste blog a explicar que, depois de tanto procurar no google, acabei por descobrir que a estalagem onde Pierdomenico Baccalario se tinha instalado existia mesmo.
E aqui, na página 1 do segundo volume, estava mais uma pista de que a estalagem era real mas que praticamente toda a gente ignorou.

Mas voltando ao segundo volume da saga...
Descobri outra coisa.
Nesse livro, a ação passasse no Egipto, falando-se muito na Casa da Vida.
Pois bem, a Casa da Vida existiu mesmo!
"Casa da Vida" era o nome dado a essa casa, no Antigo Egipto, dedicada ao ensino, servindo como biblioteca, arquivo e oficina de cópia de manuscritos. Deixo-vos aqui o link da wikipédia onde podem obter mais informações:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Casa_de_Vida

Em relação à Terra de Ponto, no Egpto, onde fica a porta do tempo e onde se passa toda a história do segundo livro, não vos sei dizer se existiu realmente.
Deixo-vos aqui o link da página da wikipédia que encontrei, para que possam ler e tirar as vossas próprias conclusões...

https://pt.wikipedia.org/wiki/Punt

Na página 61, diz: Ponto é uma espécie de cidade perdida de África que nenhum arqueólogo chegou a descobrir. Nessa página de wikipédia que aqui vos deixei, diz que
Punt ou Reino de Punt era o nome que os antigos egípcios davam a uma região da África Oriental cuja localização não foi até ao momento identificada.
E a questão fica: será que a Terra de Ponto existiu/existe mesmo?

Gostavam que eu fizesse um post a falar sobre as terras mencionadas em Ulysses Moore? Podia falar delas, das lendas que as envolvem, tentar descobrir se existem ou não... Dêm as vossas opiniões!

terça-feira, 19 de junho de 2018

A minha opinião sobre os últimos 4 volumes

Confesso que só há poucos meses é que li os volumes 13, 14, 15 e 16. Eu pensava seriamente que o 16 era o último livro da saga, mas afinal estava enganada...

Este post contém spoilers! Se ainda não leste os livros todos até ao fim, então não leias este post.

Bom, quem já leu tudo, sentiu certamente o mesmo que eu quando começou a ler o livro 13: mas o que é que está a acontecer?
Antes de mais nada, deixo já a minha opinião de que podemos considerar que a saga tem uma espécie de 3 temporadas, não? Ou seja, a primeira temporada seriam os volumes 1, 2, 3, 4, 5 e 6; a segunda temporada seriam os livros do 6 ao 12 e a terceira temporada seriam os últimos 4 livros (os volumes 13, 14, 15, e 16). Eu digo isto porque a história parece estar dividida nestas três etapas. O que acham?
Mas continuando...
Eu passei praticamente estes 4 livros todos a perguntar-me isso. Já para não falar de que na minha cabeça a história não estava a fazer sentido, havia muitas coisas que não batiam certo com o que tinha sido escrito até ao livro 12.
Onde estão o Jason e a Julia? Onde estão o Peter Dedalus, o Leonard Minaxo, o Black Vulcano e a Calypso? E o padre Phoenix? E a Anita e o Tommaso? E todas as outras personagens? Porque é que só o Ulysses, a Penélope e o Rick Banner é que apareciam na história?
E porque é que o Metis já não estava na gruta, porque é que as coisas agora funcionavam de maneira diferente e existia agora o Azul?
Digamos que me sentia revoltada enquanto lia esses livros e quando acabei o volume 16 ainda mais revoltada me senti.
Afinal, o volume 16 não é o último livro da saga, ainda há mais história! Pelo menos, é o que dá a entender... não faz sentido a história acabar assim! Mas o volume 16 foi publicado em 2015 e desde aí que o autor não lançou mais nenhum livro da saga.
A verdade é que o autor tinha dito numa entrevista que, quando acabou o volume 12, se cansou de escrever a história porque se tinha tornado aborrecido (vejam num dos meus últimos posts!). A verdade é que acabou por publicar mais 4 volumes onde alterou completamente a história.
Ao longo desses 4 volumes e, principalmente, no fim do volume 15 e no volume 16 percebemos o que aconteceu a certas personagens... Peter Dedalus, Leonard Minaxo e Calyso foram presos. Quanto aos gémeos Covenant, só sabemos que ambos continuam no Clube dos Viajantes Imaginários e que Julia trabalha num aeroporto. Mas não sabemos nada do resto das personagens. Em contrapartida, surgem imensas personagens novas... E, no volume 16, damos de caras com as mortes mais inesperadas e mais sofridas e mais desnecessárias e apressadas: Peter, Leonard e Calyso morrem no mesmo sítio, em momentos próximos, que, na minha opinião, foram acontecimentos muito forçados. Notou-se que o autor queria pura e simplesmente livrar-se de personagens.
Na minha opinião, estes 4 volumes foram uma desilusão. Gostei da história, não me interpretem mal, mas acho que não se integra no resto da saga.
Gostei de algumas das novas personagens, criei um carinho muito especial por Murray e por Shane, e gostei imenso do professor Galippi, de Connor e de Mina, mas não gostei da história. Acho que, ao longo destes 4 livros, se notou perfeitamente que o autor estava farto da história de Ulysses Moore e quis alterar quase tudo. E isso não me agradou. Não gostei do facto de o autor ter querido ver-se livre das personagens que tinha criado anteriormente. Acho que não havia necessidade nenhuma de matar e afastar as personagens que nos eram tão queridas para integrar outras novas. Fiquei desiludida com as mortes dos Amigos do Grande Verão, fiquei desiludida com o afastamento dos gémeos Covenant da história, e fiquei desiludida com o rumo que a história em geral tomou.
Mas, à parte disso, resta uma pergunta: devemos esperar uma continuação da história? Os livros da saga costumavam ser publicados um por ano, e houve vezes em que chegaram a sair dois no mesmo ano, mas há já 3 anos que o autor não lança um novo volume da saga. Será que vai haver continuação?

E vocês? O que acharam desta "terceira temporada"? Gostaram? Não gostaram? Estavam à espera de melhor, ficaram desiludidos, ou estes 4 livros superaram as vossas expectativas? Acham que o autor vai continuar a saga?

domingo, 3 de junho de 2018

Pista no livro 15 - coordenadas

Estava a ler o volume 15 "Os Piratas dos Mares Imaginários" e encontrei uma possível pista.
Para quem já leu o livro sabe que, a certa altura, falam de uma localização na Islândia, supostamente, a casa onde vivia Larry Huxley antes de encontrar o Metis e ir para Kilmore Cove.


Experimentei procurar essas coordenadas, mas não encontrei nada de relevante. Se colocarmos esses números no Google Maps, aparece isto:

64 37 14 16  no Google Maps dá uma localização no mar no norte da Europa, perto da Finlândia
Segundo as indicações dadas no livro, a localização seria na Islândia, na costa meridional de uma ilha. Mas não encontrei nada, muito menos a tal mensagem estranha de que fala a nota do tradutor.
Mas, se repararmos bem, ali onde estão as coordenadas, diz " 64º00'00.0''N ", o que está certo porque no livro diz que a latitude é norte. Mas a longitude diz " 37º14'16.0''E ", o que está errado porque no livro diz que a longitude é oeste e não este. Portanto alterei o "E" pelo "W" e deu isto:

A nova localização que obtive
Esta pequena alteração fez com que a localização das coordenadas fosse outra, desta vez mais perto da Islândia...
Devo confessar que não sou muito boa nisto das coordenadas, mas obviamente que no livro não dão todas as indicações, faltam dados nessas coordenadas.
Na internet, pesquisei sobre a geografia da Islândia e consegui saber que a Islândia fica no paralelo 66N e no meridiano 17W. Sendo assim, segundo o que li em livros e na internet e partindo do princípio que não estou errada, as coordenadas corretas seriam  66º64'37''N 17º14'16''W.
Mas, ao pôr essas coordenadas no Google Maps, não apareceu nada.

O Google Maps não reconhece estas coordenadas
Seria esta a "mensagem estranha" referida pelo tradutor?
Para mim este mistério é bastante complicado tendo em conta a minha dificuldade em perceber isto de longitudes e latitudes, mas se alguém aí desse lado perceber disto e conseguir descobrir mais alguma coisa, estarei à espera de opiniões!

À procura da Vivenda Argo...

No penúltimo post, eu dei-vos a conhecer uma entrevista que Pierdomenico Baccalario deu quando esteve em Portugal, em agosto do ano passado. Essa entrevista despertou-me interesse e apercebi-me de que ainda não tinha procurado algo básico: a wikipédia. Então fui pesquisar a biografia do autor...

Biografia de Pierdomenico na wikipédia

E diz que cresceu "numa velha casa que é atualmente a sede de uma florescente empresa vinícula" (uma empresa de vinho) e que "possui uma biblioteca de mais de 10 000 volumes" - o que coincide com a descrição da biblioteca da Vivenda Argo.
Então fui ao Google Maps procurar por empresas de vinho na Cornualha, mas só encontrei uma, e bem longe de St Ives e de Zennor...

Wine In Cornwall Ltd

Até agora, sabemos pelo próprio autor que a Vivenda Argo existe, apesar de provavelmente ter na realidade outro nome, e sabemos que atualmente está ligada à indústria do vinho...
Finalmente começam a surgir novas pistas Viajantes!

Ulysses Moore em filme?!


É uma curiosidade que acabei de descobrir. Pelos vistos, em 2010, na Grã-Bretanha, tentou fazer-se um filme baseado na coleção de livros de Ulysses Moore, em que os gémeos seriam interpretados por duas crianças de Liverpool, mas infelizmente o projeto não foi para a frente e não se fez o filme.
Sabiam disto? Por que será que não fizeram o filme?

Entrevista a Pierdomenico Baccalario!!

Trago novidades!!

Como talvez já todos saibam, Pierdomenico Baccalario esteve em Portugal em agosto de 2017, e deu entrevistas.
Deixo-vos aqui o link de um artigo feito pelo Diário de Notícias:

https://www.dn.pt/lusa/interior/pierdomenico-baccalario-define-os-seus-livros-como-pontes-para-outros-8730883.html

A uma certa altura, o artigo diz (o que estiver entre aspas são palavras de Pierdomenico Baccalario):

As suas personagens remetem quase sempre, disse, para o universo da Grécia Clássica, como é o caso do herói-detetive Ulysses Moore, que se tornou o seu 'alter ego', e "sobre o qual tudo o que se diz é verdade, mas também pode ser uma redonda mentira".
O universo criado para esta personagem/autor fictício foi a transposição do meio em que viveu a sua infância para Kilmore Cove, na região inglesa da Cornualha, "de resto está tudo lá, a casa no alto da colina, no meio do verde, plena de livros, e a porta do tempo de Moore, corresponde à porta que pela qual tínhamos acesso à cave", contou.
Sobre esta personagem, que se assumiu como autor, escreveu 12 títulos, até que "se tornou aborrecido, e foi necessário parar e pôr de lado". 
(apesar de todos sabermos que acabaram por ser publicados mais quatro volumes)

Toda a gente toma isto como sendo apenas uma coletania de livros com imensa imaginação, mas Pierdomenico disse mesmo "de resto está tudo lá, a casa no alto da colina, no meio do verde, plena de livros, e a porta do tempo de Moore, corresponde à porta que pela qual tínhamos acesso à cave". O próprio autor confirma que Kilmore Cove existe, a Vivenda Argo existe, e a porta existe. Só temos de descobrir onde ficam!

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

16 - A Ilha dos Rebeldes

Graças às buscas de Murray e dos seus amigos, Ulysses Moore voltou a Kilmore Cove para organizar a evasão de todos os rebeldes que a Companhia das Índias Imaginárias tinha aprisionado.
Quem comanda a expedição na terrível Ilha de Prisões é Murray, o único ainda com capacidade para abrir as Portas do Tempo. Alguns prisioneiros, porém, correm o risco de não recuperarem a liberdade. Entre eles o casal Leonard Minaxo e Calypso, velhos amigos de Ulysses Moore, autores de uma carta apaixonada incitando à rebelião de todos os que prezam a vastidão livre do mar.


Este é o décimo sexto livro da saga.
Autor: Ulysses Moore
Tradução e adaptação do texto original: Pierdomenico Baccalario
Ilustrações: Iacopo Bruno
Tradução para português: Filipe Guerra
Editora: Editorial Presença
1ª edição portuguesa: julho, 2016

sábado, 30 de julho de 2016

A morada dos Incendiários existe!

Caros leitores, acabo de fazer mais algumas descobertas.
Efetivamente, a morada dos Incendiários existe. Frognal Lane 23 existe em Londres e corresponde a esta propriedade:


Mas não encontrei pistas sobre os Incendiários nem sobre Malarius Voynich. Ainda tentei encontrar algo sobre a sua irmã, Viviana Voynich, mas não obtive nada.

Tentei encontrar alguma pista que indicasse a existência da livraria da Calypso, mas não encontrei absolutamente nada.
Por outro lado, se pesquisarmos no Google "Owl Clock" (única estrada que leva a Kilmore Cove e por onde os três amigos foram para chegar à casa de Peter Dedalus) percebemos que há uma marca de relógios com este nome, cujos relógios todos têm uma coruja.
Quanto à baía de Salton Cliff, não existe.

Neste momento, apenas temos poucas certezas: a rua Frognal Lane nº 23; Zennor; St Ives e a estalagem onde Pierdomenico Baccalario esteve existem. Quanto ao resto, ainda não descobrimos mais nada.

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Descobertas.

Sempre que posso procuro informações em livros ou na internet sobre esta pequena localidade que tanto encanta aos Viajantes Imaginários.

Quem já teve a curiosidade de ir procurar informações sobre Kilmore Cove, sabe que se escrevermos o nome da localidade na internet não aparece nada.
Mas se procurarmos bem, encontramos alguns factos curiosos.
No primeiro diário de Ulysses Moore, Pierdomenico Baccalario diz que ficou instalado numa estalagem chamada Cove Cottage, em Zennor. E a verdade é que, a oeste de Zennor, existe uma estalagem chamada Cove Cottage...

1º mapa que encontrei, de uma estalagem a oeste de Zennor chamada Cove Cottage

Depois decidi procurar no Google imagens da localidade e encontrei uma imagem de outro local chamado Cove Cottage, mas como não encontrei esta localidade no mapa, talvez não exista...

2º mapa que encontrei, de outra localidade também chamada de Cove Cottage. Mas esta segunda localidade não aparece no mapa.

Mas acabei por comparar esta segunda localidade com o mapa de Kilmore Cove...


Algumas semelhanças? Pessoalmente, achei que o segundo mapa é bastante parecido com o mapa de Kilmore Cove...
E bem, depois disso decidi procurar no mapa o bed&breakfast onde Pierdomenico Baccalario diz ter encontrado o baú com os cadernos. Como sabemos o nome da estalagem (Cove Cottage) e como também sabemos que ficava em Zennor, foi fácil procurar.


Um local bem acolhedor, han?
Mas a segunda fotografia do bed&breakfast fez-me lembrar de algo. Tinha a sensação de que já tinha visto essa foto em algum sítio. E decidi ir folhear o 1º livro da saga.
Junto ao e-mail que Pierdomenico Baccalario enviou à editora, vinham duas fotografias e um mapa...


E assim concluímos que o bed&breakfast de que fala Pierdomenico existe mesmo!

Curiosa para saber se mais alguém tinha conseguido fazer as mesmas descobertas que eu, fui procurar outros blogs onde falassem sobre a procura de Kilmore Cove. Encontrei dois blogs, um é espanhol e o outro é polaco. Pelo que eu percebi das mensagens publicadas, as donas dos blogs são duas raparigas. A rapariga espanhola pediu ajuda à rapariga polaca para encontrar informações sobre Kilmore Cove e a rapariga polaca não hesitou em dar algumas informações (de que já falei aqui) à rapariga espanhola. Mas, após isso, ambos os blogs deixaram de ser atualizados há já muito tempo. E, apenas por curiosidade, a rapariga polaca chamava-se Julia...

Bem, deixo-vos aqui a pensar um pouquinho nestas descobertas.
Afinal, a estalagem onde Pierdomenico Baccalario encontrou o baú existe mesmo, por isso há mesmo a hipótese de Kilmore Cove existir?

Até à próxima!

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Kilmore Cove existe?

Uma das maiores duvidas que os fans desta saga têm é se Kilmore Cove existe mesmo.
Uns dizem que sim, outros dizem que não; mas a verdade é que se formos escrever "Kilmore Cove" no Google, não aparece nada. Apenas aparecem informações sobre os livros e sobre as personagens e a história. Mas não há nenhuma informação na internet que garanta a existência de Kilmore Cove.
Uma das grandes possibilidades já consideradas é que o verdadeiro nome da localidade seja outro. Se existir na realidade, Kilmore Cove poderá ter outro nome, tal como as praias, a pastelaria, a livraria, etc. E assim torna-se mais difícil a procura de informações.
Desde que descobrimos a existência destes livros que a nossa curiosidade é grande. E estamos empenhados em saber se realmente Kilmore Cove existe ou não.
Se os leitores tiverem informações que possam ser uteis, agradecíamos que partilhassem. Assim que tivermos informações acerca do paradeiro de Kilmore Cove, partilhamos convosco.

P.S.: Nos últimos dias temos encontrado vários blogs, sites e páginas de facebook (portugueses mas também estrangeiros) sobre Kilmore Cove e a sua existência, mas todos deixaram de ser atualizados por volta de 2010/2011. Será que é coincidência?

15 - Os Piratas dos Mares Imaginários

Murray, Mina e o capitão Connor embarcam para a terceira viagem através dos Mares Imaginários. Desta vez encontram-se à espera deles em Kilmore Cove os piores piratas dos sete mares, e um Long John Silver cada vez mais decidido a combater a Companhia dos Mares Imaginários e o seu louco superior Larry Huxley.
Antes, porém, é necessário descobrir onde se esconde Ulysses Moore e libertar os outros rebeldes, e a única maneira de o fazerem é amarrarem-se com cordas e mosquetões e começarem a descer até ao centro da Terra...


Este é o décimo quinto livro da saga.
Autor: Ulysses Moore
Tradução e adaptação do texto original: Pierdomenico Baccalario
Ilustrações: Iacopo Bruno
Tradução para português: Filipe Guerra
Editora: Editorial Presença
1ª edição portuguesa: fevereiro, 2016

14 - Viagem aos Portos Escuros

Logo depois de terem voltado da sua primeira aventura em Kilmore Cove, a aldeia de Ulysses Moore, Murray, Mina, Shane e Connor recebem um postal com um inesperado pedido de ajuda: o ultimo barco dos rebeldes foi capturado pela Companhia das Índias Imaginárias, que tomou o controlo das Rotas da Imaginação. Para o salvarem, é necessário encontrar o quartel-general da Companhia, um Porto Escuro que não vem assinalado em nenhum mapa.
Como conseguir lá chegar? A resposta espera Murray e os seus amigos na Vivenda Argo, para lá da Porta do Tempo...


Este é o décimo quarto livro da saga.
Autor: Ulysses Moore
Tradução e adaptação do texto original: Pierdomenico Baccalario
Ilustrações: Iacopo Bruno
Tradução para português: Filipe Guerra
Editora: Editorial Presença
1ª edição portuguesa: julho, 2015

13 - O Barco do Tempo

Murray, Mina, Connor e Shane deparam-se um belo dia com um estranho barco, encalhado na costa da sua cidade. Assemelha-se a um drakkar, um barco viquingue, tem as velas rasgadas e um nome no casco, em letras gregas: Metis.
A bordo mostra os vestígios de uma série de acontecimentos misteriosos que o levaram até ali, além de um cubo muito estranho onde estão marcados números, e um caderno com o seguinte escrito na capa: Ulysses Moore - Apontamentos para o décimo terceiro livro...
Os quatro amigos decidem zarpar, e o barco leva-os onde nunca teriam imaginado chegar...


Este é o décimo terceiro livro da saga.
Autor: Ulysses Moore
Tradução e adaptação do texto original: Pierdomenico Baccalario
Ilustrações: Iacopo Bruno
Tradução para português: Filipe Guerra
Editora: Editorial Presença
1ª edição portuguesa: fevereiro, 2014

12 - O Clube dos Viajantes Imaginários

Em Kilmore Cove é a madrugada do dia mais longo. Enquanto a chuva envolve todas as coisas num véu cinzento, a quietude da baía é quebrada por trovões, relâmpagos inesperados e estrondos de rebentamentos. Mas não se trata de uma tempestade: são os tiros vomitados sem tréguas pelas oito bocas de fogo do Mary Grey, o lendário navio do capitão Spencer.
É o ajuste de contas e os gémeos Covenant, Julia e Jason, têm de enfrentar sozinhos o mais terrivel dos inimigos, sem a ajuda de  Ulysses Moore, o único que seria capaz de o derrotar.

«Encostada à parede, Julia avançou mais dois passos. Ultrapassou um macaco empalhado e, chegada à esquina da parede, olhou para o outro lado: viu outras borboletas no chão, uma luz que se acendia e apagava, iluminando com intermitência o corpo de uma grande criatura empalhada do outro lado de uma porta entreaberta...
Uma mão peluda tapou-lhe de repente a boca. Os braços do macaco que ela julgara empalhado mexeram-se rapidamente e arrastaram-na para trás. Julia esbugalhou os olhos, tentou gritar mas não conseguiu. Viu-se estendida no chão, entre as borboletas e os estilhaços de vidro. Tentou levantar-se de novo mas foi atingida por qualquer coisa dura e muito pesada.»


Este é o décimo segundo livro da saga.
Autor: Ulysses Moore
Tradução e adaptação do texto original: Pierdomenico Baccalario
Ilustrações: Iacopo Bruno
Tradução para português: Filipe Guerra
Editora: Editorial Presença
1ª edição portuguesa: julho, 2012

11 - O Jardim de Cinzas

É uma ilha perdida no oceano do Tempo. Um lugar selvagem e inóspito donde é impossível sair. Um lugar onde Ulysses Moore nunca teria desejado voltar a pôr os pés: mas não tem escolha, porque é ali que se esconde a chave para encontrar de novo Penélope.
Ainda não sabe que a cadeia dos acontecimentos se pôs em movimento e que o seu inimigo mais perigoso voltou do passado para desencadear a sua vingança. Chegou o momento, para os Viajantes Imaginários, de enfrentarem o desafio decisivo.

«Nestor levantou os braços e, com uma certa rigidez, deu os últimos três passos que o separavam do abismo. No ultimo momento, voltou-se, apenas para dizer: - Tudo bem, moncoso. Voltaremos a ver-nos, palavra.
E atirou-se.
O Flint pequeno, por uma fração de segundo, viu-o a flutuar sobre o vazio no centro da cratera, mantido em suspensão pelas correntes de ar que sopravam de baixo.
Depois, no momento seguinte, o velho e o seu esqueleto de asas desapareceram na escuridão.
O rapaz esticou-se de barriga para baixo e rastejou até à beira do abismo, tentando distinguir alguma coisa nas trevas impenetráveis que se abriam por baixo dele.»


Este é o décimo primeiro livro da saga.
Autor: Ulysses Moore
Tradução e adaptação do texto original: Pierdomenico Baccalario
Ilustrações: Iacopo Bruno
Tradução para português: Filipe Guerra
Editora: Editorial Presença
1ª edição portuguesa: maio, 2012

10 - A Terra do Gelo

No seu regresso a Kilmore Cove, Jason, Julia, Anita e Rick encontram à sua espera uma inquietante verdade: entre os habitantes da terra esconde-se um traidor. Alguém que nunca deixou de manobrar na sombra. E que, com a ajuda dos Incendiários, está prestes a levar a cabo a sua vingança. O fio subtil de uma série de indícios conduzirá os quatro amigos ao lugar onde estão escondidas todas as respostas: Agarthi, a lendária cidade perdida entre os gelos onde ninguém, nem sequer Ulysses Moore, alguma vez entrou...

«No compartimento do fundo do farol instalou-se um estranho silêncio. Jason olhou à volta, vigilante e concentrado como um verdadeiro caçador. Empunhou uma das armas de pesca submarina, depois aproximou-se da porta que deixava passar aquela corrente de ar gélido. Encostou a cara ao painel gelado e pôs-se à escuta: às vezes ouvia-se alguma coisa do outro lado da Porta do Tempo. Às vezes alguém batia.
- Jaasooon... - chamou-o uma voz muito longínqua. Tão longínqua que quase não a ouviu. Por reflexo, empunhou a espingarda com mais firmeza.
- Jaasooon... - repetiu a voz.
Desta vez já parecia mais próxima e... não vinha do outro lado da porta, mas de trás de si!
O rapaz imobilizou-se de repente e olhou para o alto das escadas.
A porta que dava para o exterior do farol tinha-se aberto de repente.»


Este é o décimo livro da saga.
Autor: Ulysses Moore
Tradução e adaptação do texto original: Pierdomenico Baccalario
Ilustrações: Iacopo Bruno
Tradução para português: Filipe Guerra
Editora: Editorial Presença
1ª edição portuguesa: janeiro, 2012